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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Bruno faz golaço e Flu detona o Bahia

Donos das melhores campanhas do segundo turno do Brasileirão, Fluminense e Bahia fizeram um duelo eletrizante nesta quarta-feira. Sufocando o Tricolor das Laranjeiras desde o início da partida, os nordestinos sofreram o mesmo castigo de outras equipes: conheceram o lado traiçoeiro do Flu. No fim, o óbvio: 2 a 0.

Aos seis minutos, Jussandro, cara a cara com Cavalieri, encheu  o pé, cruzado, quase abrindo o placar. Um minuto depois, Gabriel avança pela ponta direita, livre. Cavalieri fecha bem o ângulo e faz ótima defesa, no chute do atleta da equipe baiana. Quando essa equipe das Laranjeiras está em campo, pouco sufoco é bobagem. Aos 18, Neto acertou um tirambaço no travessão de Cavalieri. Que coisa!

Num dos raros contra-ataques dos comandados de Abel Braga, falando 15 minutos para o término da primeira etapa, Wellington Nem ganhou de três marcadores, na velocidade, mas demorou muito para passar a bola para Sobis, que estava livre. Conclusão: a zaga baiana conseguiu retomar a redondinha. A melhor chance da etapa inicial veio após um cruzamento de Bruno. Fred ganhou no alto da marcação, escorou para Nem que, por um centímetro, não alcançou a bola, estufando as redes.

Num daqueles momentos de inspiração, Wellington Nem pegou a bola no campo de defesa, fez fila até quase a entrada da área do Bahia e só não ficou frente a frente com o goleiro, porque foi parado com falto. Que lance sensacional do “Messi Tricolor”. Na cobrança, Carlinhos mandou na barreira. Quem? Isso mesmo! Sem TN10, na Seleção, Carlinhos se candidatou.

O segundo tempo começou da mesma forma que o primeiro. Com menos de 30 segundos, O Bahia chegou rápido no ataque, obrigando Cavalieri a fazer boa defesa, após leve desvio de Gum, num chute de Zé Roberto. Um minuto depois, outra grande intervenção do camisa 12, em bola que tinha endereço certo para o atacante nordestino. Incrível! Pra “piorar”, Bahia fez um gol legal, mas a arbitragem já havia parado o lance, marcando impedimento inexistente.

A prova que o fim do mundo está próximo veio na figura de Bruno. O lateral recebeu lançamento na ponta direita, passou, como quis, por dois marcadores e bateu por baixo do goleiro Marcelo Lomba. Jogada espetacular. Gol de gente grande!

E os deuses do futebol devem estar, deliciosamente, loucos. Logo após o Flu abrir o placar, o  Bahia chegou firme de novo. Numa arremate do meio da rua, a redondinha explodiu na trave. Entrentanto, os nordestinos sentiram. Flu chegava nos contra-ataques, serpenteando, muito bem. O segundo gol veio logo. Após cruzamento para a área, a zaga do Bahia afasta parcialmente, mas a bola sobra para Rafael Sóbis, que domina e chuta forte para ampliar o placar

É... no que depender das circunstâncias, o tetra virá, talvez, muito antes do esperado. Vamos, Guerreiros!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Fred faz gols históricos e Flu goleia o Bahia 4 x 0

Com direito a gols históricos de Fred, o Fluminense venceu o Bahia por 4 a 0, na noite desta quinta-feira, no Engenhão, e foi a 22 pontos, mantendo-se na terceira colocação do Campeonato Brasileiro (Atlético-MG lidera com 25 e o Vasco vem atrás, com 23). O camisa 9 marcou duas vezes e tornou-se o maior artilheiro tricolor na História da competição, com 44, passando Magno Alves, que fez 33. Thiago Neves e Wallace completaram a vitória.

O primeiro tempo da partida foi de dar sono ao mais hiperativo dos tricolores. O Fluminense era melhor e tinha o domínio territorial. Mas, no geral, lembrava a seleção da espanha, só que em seus piores dias. Muita posse de bola, vários passes para o lado, porém, poucas finalizações efetivas.

A rigor, Marcelo Lomba só precisou trabalhar em chutes de fora da área de Deco, Thiago Neves e Carlinhos. No mais, na melhor jogada criada pelo Flu o bandeira conseguiu estragar ao marcar equivocadamente impedimento de Fred ao receber ótimo passe de Bruno. Por sorte, do outro lado, o Bahia foi muito compreensivo com a recuperação de uma virose de Diego Cavalieri, permitindo ao goleiro da equipe carioca repousar sem qualquer incômodo até o intervalo.

Na volta para a segunda etapa tudo mudou. O quarteto ofensivo fez a diferença logo de cara. Primeiro, Deco deu lindo passe para Wellington Nem, que foi derrubado pelo goleiro Marcelo Lomba na área. Pênalti marcado e convertido por Fred, fazendo o seu 43º em Brasileiros pelo Fluzão. Depois, foi a vez do artilheiro fazer cruzamento na medida para Thiago Neves, de cabeça, ampliar e deixar a vitória muito bem encaminhada.

Inspirado, Fred resolveu não parar por aí. Ao receber mais um passe primoroso de Deco, o camisa 9 foi derrubado por Danny Morais. Mais um pênalti e outro gol do atacante, passando Magno Alves como o recordista de gols pelo Time de Guerreiros na competição mais importante do país. Agora já são 44.

Com os 3 a 0 em favor da equipe da casa, o árbitro poderia até ter terminado a partida ali, mas, como a regra não permite, continuou. O Bahia chegou a ameaçar em um chute de Vander de fora da área que pegou no travessão. Mas quem marcaria novamente seria o Flu. Em linda jogada pela esquerda, Wallace meteu um biquinho a lá Romário no canto para fechar o jogo com chave de ouro.

domingo, 19 de junho de 2011

Flu joga muito mal e perde para o Bahia com gol de Jobson aos 48 do segundo tempo

Tentando mudar a maneira de jogar do Fluminense, tornando o time mais agressivo, o técnico Abel Braga promoveu muitas mudanças no duelo contra o Bahia. Jogando com meia equipe diferente, o Tricolor demonstrou muita instabilidade e foi inferior aos nordestinos. Jobson foi o nome do jogo e marcou o único gol da partida, no final do jogo.

O clube baiano começou tomando as rédeas da partida, apesar de atuar fora de casa. Sob a batuta do ex-tricolor, Carlos Alberto, os comandados de Renê Simões acuavam o Fluminense com jogadas de velocidade. Fred e Conca pareciam inoperantes no setor ofensivo. O camisa 9 não conseguir girar sobre os defensores do Bahia.

Dos estreantes da era Abel, destaque para Márcio Rosário e Diego Cavalieri, ambos com atuações seguras na primeira etapa. Nas duas vezes em que teve de trabalhar, o arqueiro tricolor, bem posicionado, evitou o pior. Enquanto isso, Ciro, apagado, não era nem sombra daquilo que a torcida espera dele. O único lance de perigo do Fluminense, nos primeiros 45 minutos, foi uma cabeçada de Fred, que obrigou Lomba a fazer boa defesa. Porém, a jogada havia sido parada pelo árbitro, marcando falta do capitão tricolor.

No segundo tempo, a história se repetia, com o Bahia mantendo a posse de bola. Cavalieri, logo no início da etapa final, fez outra bela intervenção, depois de bom arremate de Jobson. Sem válvula de escape, Abel colocou Marquinho na lateral-esquerda. No começo, a ofensividade buscada pelo treinador ficou na teoria, porque seus comandados continuavam sob forte pressão. Ciro foi outro que saiu, dando lugar para Rafael Moura, já que foi pouco efetivo dentro de campo.

A partir da entrada de He-Man, o time passou a atuar de maneira mais incisiva por alguns instantes, arriscando chutes de fora área. Marquinho foi o primeiro a experimentar do meio da rua. Lomba deu rebote e Rafael Moura quase conseguiu fazer o gol. Logo depois, Souza soltou a bomba e atingiu a trave adversária. Ficou nisso. Jobson atormentava o miolo de zaga tricolor, deixando Gum perdido a todo instante. De tanto insistir, o adversário deixou a sua marca no final da partida, dando mais combustível para as vaias da torcida, no Engenhão. Péssimo começo para Abel.