quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Tricolor tem Rafael Moura expulso e ainda assim bate o Americano por 3 a 2


O Fluminense não foi brilhante, mas conseguiu jogar o necessário para vencer o Americano e, novamente, a arbitragem por 3 a 2 na noite desta quarta-feira, no Godofredo Cruz. Rafael Moura, Thiago Neves e Wellington Nem marcaram. Com o resultado, o Tricolor foi a dez pontos e está em terceiro no Grupo B da Taça Guanabara, ainda com chances de classificação à semifinal. Para passar de fase, tem de derrotar na última rodada o Bangu e torcer para o Vasco vencer ou empatar com o Boavista.

Armado ofensivamente com Rafael Moura, Wellington Nem e Araújo na frente, o Fluminense começou a partida melhor e dominando as ações ofensivas. Não demorou e o gol saiu quando Nem sofreu pênalti convertido por He-man na sequência. O Tricolor seguiu melor e chegou a mandar uma bola no travessão em cobrança de falta de Thiago Neves.

Mesmo sem apresentar um grande futebol, tudo ia bem e estava sobre controle até o time se deparar com o adversário mais forte em comum nas três últimas rodadas do Campeonato Carioca, a arbitragem. O péssimo Rodrigo Nunes de Sá expulsou incorretamente Rafael Moura, que havia protegido a bola e levou um encontrão de Adalberto. O soprador de apito viu cotovelada e mandou o atacante embora mais cedo. Como desgraça pouca é bobagem, após cobrança de escanteio a bola sobrou livre para Marcos Felipe deixar tudo igual em Campos.

Na volta para a segunda etapa, o Fluminense colocou os nervos no lugar e, para tranquilizar um pouco mais, conseguiu voltar a ter vantagem logo cedo. Bruno fez belo cruzamento e Thiago Neves subiu melhor ainda para marcar de cabeça.

Novamente na frente, o Tricolor soube se aproveitar da fragilidade do adversário e, mesmo com um a menos, colocou a bola no chão e valorizou a posse de bola. Foi assim que chegou ao terceiro em bela jogada ofensiva. Jean recebeu de Wellington Nem e deu grande passe para Thiago Neves, o meia, por sua vez, devolveu sem goleiro para Nem só empurrar para dentro.

Só que para o Fluminense nada é fácil. Quando a vitória estava praticamente consolidada, Leandro Euzébio deu uma pixotada lamentável e Hugo descontou. Ainda bem que não havia tempo para mais nada.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Paciência e inteligência: a receita de Anderson para o Flu bater o Arsenal

Em pouco mais de dois dias o Fluminense fará a sua estreia na Taça Libertadores de 2012, contra o Arsenal de Sarandí, da Argentina, no Engenhão. A partida de terça-feira, no entanto, já mexe com o imaginário do elenco tricolor. Após o treinamento deste domingo, nas Laranjeiras, o zagueiro Anderson não conseguiu esconder a ansiedade pela partida e deu até mesmo a sua receita para o clube das Laranjeiras furar a retranca hermana: paciência e inteligência.
- Já estamos estudando o adversário, que sempre joga muito fechado. Teremos de ter paciência e inteligência para não nos precipitarmos nos passes. Não podemos ser afoitos. Todos estão se dedicando para fazer um grande jogo na terça-feira. Os dias vão passando e o coração já bate mais forte. Temos também de saber lidar com isso. A expectativa e a confiança são grandes. Vamos muito fortes para essa estreia - garantiu o zagueiro.
O momento da equipe no Campeonato Carioca às vésperas da estreia da Libertadores, no entanto, não é dos melhores. O Fluminense vem de dois tropeços seguidos na competição: derrota para o Boavista e empate diante do Duque de Caxias. Mas os resultados não abalam a confiança de Anderson, que fala em aprendizado para apostar na volta por cima diante do Arsenal na próxima terça-feira.
- Temos que tirar um aprendizado desses tropeços. E das vitórias também. Precisamos sempre assimilar os pontos determinantes para tentar melhorar. Estávamos com a vitória sobre o Boavista nas mãos. Foram dois lances de infelicidade no finalzinho. Mas tivemos um bom toque de bola no primeiro tempo e temos de repeti-lo diante do Arsenal-ARG. Precisamos usar um pouco a experiência de nosso elenco - afirmou.